29/06/2018

Como Se Casar Com Um Marquês - Julia Quinn - [Agentes da Coroa # 2]


Elizabeth Hotchkiss precisa se casar com um homem rico, e bem rápido. Com três irmãos mais novos para sustentar, ela sabe que não lhe resta outra alternativa.

Então, quando encontra o livro Como se casar com um marquês na biblioteca de lady Danbury, para quem trabalha como dama de companhia, ela não pensa duas vezes: coloca o exemplar na bolsa e leva para casa.

Incentivada por uma das irmãs, Elizabeth decide encontrar um homem qualquer para praticar as técnicas ensinadas no pequeno manual.

É quando surge James Siddons, marquês de Riverdale e sobrinho de lady Danbury, que o convocou para salvá-la de um chantagista. Para realizar a investigação, ele finge ser outra pessoa. E o primeiro nome na sua lista de suspeitos é justamente... Elizabeth Hotchkiss.

Intrigado pela atraente jovem com o curioso livrinho de regras, James galantemente se oferece para ajudá-la a conseguir um marido, deixando-a praticar as técnicas com ele. Afinal, quanto mais tempo passar na companhia de Elizabeth, mais perto estará de descobrir se ela é culpada.

Mas quando o treinamento se torna perfeito demais, James decide que só há uma regra que vale a pena seguir: que Elizabeth se case com seu marquês.

RESENHA:
29/06/2018

Nesse segundo e último volume de Agentes da Coroa enfim conheci a estória do James que eu tanto ansiava. Ele já era meu favorito no primeiro livro e por isso esperava uma grande estória pra ele, com aventuras dignas de um agente.
Mas que decepção eu tive! Fui com altas expectativas nesse livro e foi um balde de água fria.
Primeiro que ele como agente não teve função nenhuma e pelo nome da série era isso que eu esperava, no mínimo. Foi um personagem apagado que protagonizou cenas sem nenhuma surpresa ou emoção.

James é chamado pela sua tia Lady Danbury para descobrir quem é a pessoa que a está chantageando, por isso ele chega como administrador de fazendas. Ali ele conhece a encantadora Elizabeth, que trabalha há 5 anos para sua tia e logo um fica fascinado pelo outro.
Porém, Elizabeth precisa se casar com um homem rico e James por enquanto não pode se revelar pra ela enquanto não descobrir quem é o chantagista.
Nesse meio tempo nada de muito interessante acontece entre eles. Alguns passeios pelo jardim e encontros pela casa entre situações desastrosas com intenção de serem engraçadas.
Esperava mais de romance e a quantidade de coisas que me incomodaram durante a leitura, tirou qualquer prazer nela. Até mesmo Lady Danbury me cansou com sua bengala, pois suas participações eram sempre iguais.
Elizabeth parece ter menos juízo que sua irmã de 14 anos. Onde uma mulher de mais de 20 anos se tranca num quarto e é alimentada por 3 crianças?
Lady Danbury deveria pagar uma miséria pra moça, já que ela e os irmãos mal tem o que comer. E depois, quando que ela descobre a identidade do James, aquele monte de gente dando pitaco, se metendo e gato miando... céus, o que foi aquilo?
Mas vejam só, assim que terminei o livro e vi a quantidade absurda de 5 estrelas que esse livro recebeu, vi que o problema era comigo mesmo e essa estória não rolou pra mim definitivamente, então não levem em conta minha opinião.
Enfim, preciso urgente dar uma pausa nos romances de época, principalmente esses primeiros que a autora escreveu. Já até tirei os outros antigos da minha meta de leitura.
Vou dar um tempo até que sinta saudades desses romances novamente e ter mais disposição para o clichês que tanto gosto.

Nota: 3,5

06/06/2018

Era Uma Vez No Outono - Lisa Kleypas - [As Quatro Estações do Amor 2]



A jovem e obstinada Lillian Bowman sai dos Estados Unidos em busca de um marido da aristocracia londrina. Contudo nenhum homem parece capaz de fazê-la perder a cabeça. Exceto, talvez, Marcus Marsden, o arrogante lorde Westcliff, que ela despreza mais do que a qualquer outra pessoa.

Marcus é o típico britânico reservado e controlado. Mas algo na audaciosa Lillian faz com que ele saia de si. Os dois simplesmente não conseguem parar de brigar.

Então, numa tarde de outono, um encontro inesperado faz Lillian perceber que, sob a fachada de austeridade, há o homem apaixonado com que sempre sonhou. Mas será que um conde vai desafiar as convenções sociais a ponto de propor casamento a uma moça tão inapropriada?

RESENHA:
06/06/2018

Enfim, depois de dois anos que li o primeiro resolvi dar outra chance para as Flores Secas e conhecer a estória de Lillian e Marcus. Ainda bem por que é sem dúvida bem melhor que o primeiro, apesar da Lisa ter pecado em alguns pontos na minha opinião.

Lillian é chata. Ponto. Não sei o que acontece com as moças dessa série mas vai ver é por isso que ficaram tomando chá de cadeira. Achei a mocinha muito criançona, gosto quando as personagens são divertidas e provocam os mocinhos, mas quando o fazem por birra me irrita demais. Tem uma cena que ela quer montar à cavalo que define o que quero dizer.
Marcus é um homem sério, mais reservado. Não tem afinidade nenhuma com os pais mas se dá muito bem com as irmãs.
Os protagonistas se conhecem a bastante tempo mas não gostam um do outro e quando a família da Lillian vai passar um tempo na casa de campo do Marcus, a convivência vai aproximar os dois. Claro que vão bater boca, vão se alfinetar quase o tempo todo como qualquer outro romance clichê.
Gostei bem mais do Marcus que da Lillian, mas meu interesse maior na leitura era pelo St. Vincent. É mais o tipo que curto nos livrinhos de romance de época (só em livrinhos, diga-se de passagem), bem canastrão e libertino. 
Porém, no desenrolar da estória a autora pecou com esse personagem e acabou minhas expectativas. Agora ele retorna no terceiro volume e sinceramente tô bem curiosa pra saber como a autora vai "melhorar" esse personagem.
Um ponto negativo nesse livro foi a primeira noite dos dois. Sério, não me convenceu! Não combinou com o perfil do Marcus.

Mas no geral eu gostei da estória - mesmo com aquele final que achei muito forçado - pois ela flui rápida e tranquilamente.
Agora vou esperar um tempo para digerir o St. Vincent para depois ler o terceiro volume que dizem ser o melhor da série. Vamos ver ;-)

20/03/2018

Um Sedutor Sem Coração - Lisa Kleypas - Os Ravenels # 1




Devon Ravenel, o libertino mais maliciosamente charmoso de Londres, acabou de herdar um condado. Só que a nova posição de poder traz muitas responsabilidades indesejadas – e algumas surpresas.

A propriedade está afundada em dívidas e as três inocentes irmãs mais novas do antigo conde ainda estão ocupando a casa. Junto com elas vive Kathleen, a bela e jovem viúva, dona de uma inteligência e uma determinação que só se comparam às do próprio Devon.

Assim que o conhece, Kathleen percebe que não deve confiar em um cafajeste como ele. Mas a ardente atração que logo nasce entre os dois é impossível de negar.

Ao perceber que está sucumbindo à sedução habilmente orquestrada por Devon, ela se vê diante de um dilema: será que deve entregar o coração ao homem mais perigoso que já conheceu?

Um sedutor sem coração inaugura a coleção Os Ravenels com uma narrativa elegante, romântica e voluptuosa que fará você prender o fôlego até o final.

RESENHA:
20/03/2018

Mais uma série de época delicinha, assim fica difícil resistir!

Com a morte de Theo, Devon Ravenel o primo e sucessor recebe de herança o título de conde, um condado falido, 3 primas solteiras que ainda não foram apresentadas à sociedade e de quebra uma viúva que vai abalar seu psicológico.
Assim que Devon chega na propriedade dos Ravenels e vê o lugar basicamente em ruínas, seu primeiro impulso é vender tudo pois junto com o título vêm uma enorme dívida. Mas tão logo conhece as primas e Kath – a viúva – ele se vê na obrigação de cuidar delas e prover seu sustento.
E pra isso ele vai contar com a ajuda do irmão mais novo, West, que vai ter que abandonar a rotina diária de bebidas e assumir responsabilidades. Foi ótimo ver como ele se regenerou durante a leitura, recuperando até mesmo a beleza que ele havia perdido por conta do álcool.

Devon não se mostrou tão libertino quanto pensei, em compensação Kathleen se tornou uma personagem chata e cansativa com o passar dos capítulos. Nada que tenha sido difícil de suportar, mas no início a tensão entre os protagonistas proporcionavam cenas mais divertidas e a leitura até fluiu mais rápido, no entanto com o passar do tempo e quanto mais intimidades ela tinha com Devon mais difícil ela se tornava, ficando parecida com aquelas tiazonas sexagenárias.

Uma coisa que gosto demais nesses romances de época é quando os personagens – principalmente os masculinos – tenham alguma ocupação que não seja marcar presença em bailes e clubes ou mesmo correr atrás das mocinhas.
Gosto quando eles trabalham, quando sua função não seja depender de título. Acho que isso me fez ficar tão fã dos Hathaways, uma família que era engajada e sempre lutou para manter os bens e a união entre eles.
Aqui vemos Devon e seu irmão fazendo de tudo para recuperar o principado e manter os arrendatários, muitas vezes tendo que tomar atitudes mais difíceis. Nessas horas a protagonista mais me irritava, pois batia de frente com ele mas não se colocava no seu lugar.
Essas situações ajudaram para que a leitura não ficasse enfadonha como acontece em alguns livros onde o mocinho não tem mais nada a fazer na vida do que ficar atrás da protagonista.

No geral foi uma leitura gostosa, sem grandes novidades. São situações e comportamentos típicos do gênero e com um finalzinho que te deixa bem ansiosa pelo próximo. 
Estou na expectativa pelo romance da Helen com o Winterborne, tem ingredientes para ser melhor ainda que o primeiro.
Não chega a ser um Hathaway mas pra mim esse já foi bem melhor que o primeiro da série "As quatro estações do amor".
Recomendo? Claro :-)

26/02/2018

A Caminho do Altar - Julia Quinn - Os Bridgertons # 8


Ao contrário da maioria de seus amigos, Gregory Bridgerton sempre acreditou no amor. Não podia ser diferente: seus pais se adoravam e seus sete irmãos se casaram apaixonados. Por isso, o jovem tem certeza de que também encontrará a mulher que foi feita para ele e que a reconhecerá assim que a vir. E é exatamente isso que acontece.

O problema é que Hermione Watson está encantada por outro homem e não lhe dá a menor atenção. Para sorte de Gregory, porém, Lucinda Abernathy considera o pretendente da melhor amiga um péssimo partido e se oferece para ajudar o romântico Bridgerton a conquistá-la.

Mas tudo começa a mudar quando quem se apaixona por ele é Lucy, que já foi prometida pelo tio a um homem que mal conhece. Agora, será que Gregory perceberá a tempo que ela, com seu humor inteligente e seu sorriso luminoso, é a mulher ideal para ele?

A caminho do altar, oitavo livro da série Os Bridgertons, é uma história sobre encontros, desencontros e esperança no amor. De forma leve e revigorante, Julia Quinn nos mostra que tudo o que imaginamos sobre paixão à primeira vista é verdade – só precisamos saber onde buscá-la.

RESENHA:
26/02/2018

Um enredo bem decepcionante!
Fiquei triste em finalizar a série do Bridgertons, uma das famílias mais queridinhas das leitoras de romances de época, mas mais ainda por não ter curtido essa estória.

O enredo foi fraco demais, os personagens não me convenceram de nenhuma maneira.
Gregory é um garotão que ainda tinha muito que amadurecer para chegar no nível Anthony ou Simon, e  Lucy é apagada demais, sem sal nem açúcar. Ambos parecem não ter objetivos nenhum na vida e enquanto Gregory se apaixona por nucas (aff sem comentários), Lucy é submissa e aceita tudo que acontece.
Faltou tudo nesse livro, o romance é bem fraquinho e só acontece no final do livro e os diálogos são enfadonhos e repetitivos.
Até metade do livro o mais novo dos Bridgertons está convencido que ama a amiga da mocinha mas depois de tomar um toco se vê apaixonado por ela.... não convence!
Quem fica completamente apaixonado por alguém só de olhar a nuca?
Parece aquelas estórias onde só sobraram dois personagens e a autora tenta a todo custo juntá-los.
Depois do livro todo ter sido uma verdadeira enrolação, teve uma agitação no final que nem assim salvou a estória. Eu não consegui ver química nenhuma entre eles, mas dariam sim grandes amigos.
Enfim, essa é minha opinião e sei que todo mundo gostou, mas infelizmente a leitura não funcionou pra mim.

P.S.: Ainda sonho com a estória da Violet :-)

31/12/2017

Uma Semana Para Se Perder - Tessa Dare - Spindle Cove # 2


O que pode acontecer quando um canalha decide acompanhar uma mulher inteligente em uma viagem?

A bela e inteligente geóloga Minerva Highwood, uma das solteiras convictas de Spindle Cove, precisa ir à Escócia para apresentar uma grande descoberta em um importante simpósio. Mas para que isso aconteça, ela precisará encontrar alguém que a leve.

Colin Sandhurst Payne, o Lorde Payne, um libertino de primeira, quer estar em qualquer lugar menos em Spindle Cove. Minerva decide, então, que ele é a pessoa ideal para embarcar com ela em sua aventura. Mas como uma mulher solteira poderia viajar acompanhada por um homem sem reputação?

Esses parceiros improváveis têm uma semana para convencer suas famílias de que estão apaixonados, forjar uma fuga, correr de bandidos armados, sobreviver aos seus piores pesadelos e viajar 400 milhas sem se matar. Tudo isso dividindo uma pequena carruagem de dia e compartilhando uma cama menor ainda à noite.

Mas durante essa conturbada convivência, Colin revela um caráter muito mais profundo que seu exterior jovial, e Minerva prova que a concha em que vive esconde uma bela e brilhante alma. Talvez uma semana seja tempo suficiente para encontrarem um mundo de problemas. Ou, quem sabe, um amor eterno.

RESENHA:
31/12/2017

Para fechar as leituras do ano, escolhi mais um da Tessa Dare pois seus romances são leves e uma excelente distração.
Uma semana para se perder é o segundo livro da série Spindle Cove e vai contar a estória da Minerva e Lorde Payne - Colin.
Ela é o tipo de mocinha que nunca desperta atenção dos homens. Sempre com a cara enfiada num livro ou analisando solos e pedras.
Quando surge um simpósio sobre geologia na Escócia, Minerva precisa de alguém que a acompanhe. Como sua mãe quer a todo custo casar sua linda irmã Diana com Lorde Payne, ela decide procurá-lo e oferecer dinheiro para que a acompanhe, assim ela consegue fazer a viagem e de quebra afastá-lo de sua irmã.
Muito a contra-gosto Colin concorda em acompanhá-la, mas uma viagem que tem tudo para ser complicada consegue ser pior ainda, pois enfrentarão muitos problemas e dificuldades e entre perigos e aventuras, eles irão se redescobrir e enfrentar seus próprios medos.
Colin trará muita diversão à trama com suas mentiras e falsas estórias.

É um livro gostoso e divertido, não tanto quanto os da série Castle After Ever, mas mesmo assim uma ótima pedida.
Talvez eu precise parar de emendar um romance de época ao outro, assim quem sabe eu evito fazer comparações rsrs

FELIZ ANO NOVO!